"Assim que tua saudação chegou aos meus ouvidos,
a criança pulou de alegria no meu ventre." (Lc 1,44)
Noiteiros da Festa de São João Batista
A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde “inaugurou” a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.
No segundo domingo da Pascoa a Igreja celebra a
Festa da Divina Misericórdia, instituída pelo saudoso papa, São João Paulo II,
seguindo o pedido que Jesus insistentemente fez a Santa Faustina Kowalska,
polonesa, cujo processo de beatificação foi conduzido pelo mesmo Papa.
Este tem por fim introduzir os
fiéis ao mistério celebrado. Sua posição correta seria após a saudação do
padre, pois ao nos encontrarmos com uma pessoa primeiro a saudamos para depois
iniciarmos qualquer atividade com ela.
Essa Ceia, contudo, será a última, pois Jesus, tomando aquela simbólica refeição, dá-lhe um sentido novo, com a Instituição da Eucaristia.
O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava "Rei dos Judeus", "Hosana ao Filho de Davi", "Salve o Messias"... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
Neste dia, a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço.
Posteriormente, no início de 1917 na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917. A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher entre o movimento internacional socialista.