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domingo, 30 de abril de 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Hoje é dia de São Luís Maria Grignion de Montfort, devoto à Virgem Maria
São Luís evangelizou e combateu na França os jansenistas, os quais estavam afastando os fiéis dos sacramentos e da misericórdia do Senhor
Neste dia, nós contemplamos o fiel testemunho de Luís que, ao ser crismado, acrescentou ao seu prenome o nome de Maria, devido sua devoção à Virgem Maria, que permeou toda sua vida.
Nascido na França, no ano de 1673, de uma família muito numerosa, ele sentiu bem cedo o desejo de seguir o sacerdócio e assim percorreu o caminho dos estudos.
Como padre, São Luís começou a comunicar o Santo Evangelho e a levar o povo, através de suas missões populares, a viver Jesus pela intercessão e conhecimento de Maria. Foi grande pregador, homem de oração, amante da Santa Cruz, dos doentes e pobres; como bom escravo da Virgem Santíssima não foi egoísta e fez de tudo para ensinar a todos o caminho mais rápido, fácil e fascinante de unir-se perfeitamente a Jesus, que consistia na consagração total e liberal à Santa Maria.
São Luís já era um homem que praticava sacrifícios pela salvação das almas, e sua maior penitência foi aceitar as diversas perseguições que o próprio Maligno derramou sobre ele; tanto assim que foi a Roma para pedir ao Papa permissão para sair da França, mas este não lhe concedeu tal pedido. Na força do Espírito e auxiliado pela Mãe de Deus, que nunca o abandonara, São Luís evangelizou e combateu na França os jansenistas, os quais estavam afastando os fiéis dos sacramentos e da misericórdia do Senhor.
São Luís, que morreu em 1716, foi quem escreveu o “Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem”, que influencia ainda hoje, muitos filhos de Maria. Influenciou inclusive o saudoso Papa João Paulo II, que por viver o que São Luís nos partilhou, adotou como lema o Totus Tuus, Mariae, isto é, “Sou todo teu, ó Maria”.
São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-luis-maria-grignion-de-montfort-devoto-a-virgem-maria/
terça-feira, 25 de abril de 2017
São Marcos Evangelista, fez um lindo trabalho missionário
Conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária
Celebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: “Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembleia a orar” (Atos 12,12).
A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde “inaugurou” a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.
São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.
São Marcos, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-marcos-evangelista-fez-um-lindo-trabalho-missionario/
sábado, 22 de abril de 2017
FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA
No segundo domingo da Pascoa a Igreja celebra a
Festa da Divina Misericórdia, instituída pelo saudoso papa, São João Paulo II,
seguindo o pedido que Jesus insistentemente fez a Santa Faustina Kowalska,
polonesa, cujo processo de beatificação foi conduzido pelo mesmo Papa.
A Igreja celebra a Divina Misericórdia,
convidando-nos a nos aproximarmos de Deus sem medo de sermos menosprezados ou
rejeitados. É um ensino bastante diferente daquilo que muitos de nós aprendemos
na infância, quando éramos alertados a ter medo de Deus porque Ele nos iria
castigar pelos pecados cometidos. Aliás, ainda hoje é comum escutar a afirmação
de que “Deus não mata, mas castiga”.
A motivação para colocar o segundo domingo da
Páscoa como o Domingo da Divina Misericórdia, encontra amparo na consciência de
que “foi na ressurreição que o Filho de Deus experimentou de modo radical a
misericórdia do Pai, que é mais forte do que a morte” (João Paulo II, Carta
Encíclica Dives in Misericordia). Depois de ter passado pela dor do abandono e
pela morte na cruz, “Cristo revelou o Deus do amor misericordioso, precisamente
porque aceitou a Cruz como caminho para a ressurreição”. A experiência que o
próprio Cristo fez da misericórdia do Pai, levou-o a nos ensinar que Deus é Pai
de Misericórdia, que vai ao encontro do filho que o havia abandonado cobrindo-o
de beijos, conforme nos ensina a parábola do Pai de Misericórdia, também
conhecida como Parábola do Filho Pródigo (Lc 15,11-32).
quinta-feira, 20 de abril de 2017
A MISSA PARTE POR PARTE PARA CRIANÇAS
1. RITOS INICIAIS
“Os ritos iniciais
ou as partes que precedem a liturgia da
palavra, isto é, cântico de entrada, saudação, ato penitencial, Glória e
oração da coleta, têm por finalidade fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembléia,
constituam uma comunhão (união) e se disponham para ouvir atentamente a Palavra
de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia”.
1.1 Comentário Inicial
Este tem por fim introduzir os
fiéis ao mistério celebrado. Sua posição correta seria após a saudação do
padre, pois ao nos encontrarmos com uma pessoa primeiro a saudamos para depois
iniciarmos qualquer atividade com ela.
1.2 Canto de Entrada
Durante o canto de entrada
percebemos alguns elementos que compõem o início da missa:
a)
O canto
Durante a missa, todas as músicas
fazem parte de cada momento. Através da música participamos da missa cantando.
A música não é simplesmente acompanhamento ou trilha musical da celebração: a
música é também nossa forma de louvarmos a Deus. Daí a importância da
participação de toda assembléia durante os cantos.
b)
A procissão
O povo de Deus é um povo
peregrino, que caminha rumo ao coração do Pai. Todas as procissões têm esse
sentido: caminho a se percorrer e objetivo a que se quer chegar.
c)
O beijo no altar
Durante
a missa, o pão e o vinho são consagrados no altar, ou seja, é no altar que
ocorre o mistério eucarístico. O presidente da celebração (Padre, diácono,
Ministro, seminarista) ao chegar beija o altar, que representa Cristo, em sinal
de carinho e respeito por tão sublime lugar.
Por
incrível que possa parecer, o local mais importante de uma igreja é o altar,
pois ao contrário do que muita gente pensa, as hóstias guardadas no sacrário
nunca poderiam estar ali se não houvesse um altar para consagrá-las.
domingo, 16 de abril de 2017
Qual é o sentido da ressurreição de Jesus para um cristão?
A
RESSURREIÇÃO DE CRISTO NÃO SE REDUZ À REVITALIZAÇÃO DE UM INDIVÍDUO QUALQUER.
COM ELA FOI INAUGURADA UMA DIMENSÃO QUE INTERESSA A TODOS SERES HUMANOS.
Acreditar na ressurreição de
Jesus, para o cristão, é uma condição de existência: é-se cristão porque se
acredita que Jesus está vivo, triunfou da morte, ressuscitou, e é, para todos
os humanos, o único mediador entre Deus e os homens. Dessa mediação participam
a seu modo tudo aquilo (o universo e tudo aquilo que contém) e todos aqueles
(dos mais sábios aos mais humildes) que, pela vida e pela palavra, proclamam o
poder e a misericórdia de Deus que sustenta todo o universo e chama todos a
participar de sua vida.
A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã. A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um mundo novo, de uma nova situação do homem. Ela cria para os homens uma nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o critério no qual o homem pode confiar.
A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã. A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um mundo novo, de uma nova situação do homem. Ela cria para os homens uma nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o critério no qual o homem pode confiar.
A fé na ressurreição de Jesus é
algo tão essencial para o cristão que São Paulo chegou a escrever: “Se Cristo
não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Cor 15,
14).
sábado, 15 de abril de 2017
O que é a Vigília Pascal?
Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas as vigílias e o coração do Ano litúrgico.
A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: 1) a liturgia da luz ou 'lucernário'; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia batismal; 4) a liturgia eucarística.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
Hoje é dia de MISSA da CEIA DO SENHOR...
Seguindo um rito evocativo das grandes intervenções salvíficas de Deus, os Apóstolos celebram a Ceia Pascal, sem pressentirem que a Nova Páscoa havia chegado.
Essa Ceia, contudo, será a última, pois Jesus, tomando aquela simbólica refeição, dá-lhe um sentido novo, com a Instituição da Eucaristia.
Misteriosamente, antecipando o Sacrifício que iria oferecer, algumas horas depois, Jesus põe fim a todas as «figuras», converte o pão e o vinho no Seu Corpo e Sangue, e apresenta-Se como o verdadeiro Cordeiro Pascal – o «Cordeiro de Deus»(Jo.1/29).
Sendo a Eucaristia a Obra Prima do amor de Jesus, a prova suprema do Seu amor (Jo.13/1), compreende-se perfeitamente agora porque é que Ele escolheu a Última Ceia para fazer a proclamação solene do «Seu mandamento», o de «nos amarmos uns aos outros», o mandamento novo, «que resume toda a lei».
Um dos pontos de doutrina do Concílio de Trento (1545-1563), é este:
- Cristo instituiu a Missa na Última Ceia.
E o Catecismo da Igreja Católica, citando o Concílio Vaticano II (SC 47), diz:
1323. - "O nosso Salvador instituiu na Última Ceia, na noite em que foi entregue, o sacrifício eucarístico do seu Corpo e Sangue, para perpetuar pelo decorrer dos séculos, até voltar, o sacrifício da Cruz, confiando à Igreja, sua esposa amada, o memorial da sua Morte e Ressurreição.. .
Assim, muitas vezes se emprega esta expressão Missa-Ceia do Senhor, como, por exemplo, diz a Instrução Geral do Missal Romano :
2. - Por isso, é da máxima importância que a celebração da Missa ou Ceia do Senhor de tal modo se ordene que ministros e fiéis, participando nela cada qual segundo a sua condição, dela colham os mais abundantes frutos.
7. - Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote, como representante de Cristo, para celebrar o memorial do Senhor ou sacrifício Eucarístico.
A Ceia do Senhor é a antecipação da Páscoa Nova que vai tomar o lugar da Páscoa judaica, como diz o Catecismo da Igreja Católica :
1340. - Celebrando a Última Ceia com os Apóstolos, no decorrer da refeição pascal, Jesus deu o seu sentido definitivo à Páscoa judaica. Com efeito, a passagem de Jesus para o Pai, por sua Morte e Ressurreição - a Páscoa nova - é antecipada na Ceia e celebrada na Eucaristia, que cumpre a Páscoa judaica e antecipa a Páscoa final da Igreja na glória do Reino.
A Missa é um Memorial porque é celebrada como "Memorial da Morte e Ressurreição de Jesus".(Segunda Oração Eucarística).
Jesus disse : - Fazei isto em Memória de Mim...
Esta ordem do Senhor, cumprimo-la celebrando o Memorial do seu sacrifício, (cf. CIC 1357).
A grande finalidade da Missa é lembrar, celebrar o que Jesus fez no sacrifício da Sua Morte e Ressurreição, para dar graças (que é o que significa a palavra Eucaristia), e para renovar as nossas ofertas do sacrifício eterno de Jesus ao Pai.
A Eucaristia que no momento da Última Ceia foi instituída, será o Memorial (l Cor. 11/25) do sacrifício de Jesus, como diz o Catecismo da Igreja Católica :
611. – A Eucaristia, que neste momento instituiu, será o «memorial»(1 Cor.11/25) do seu sacrifício. Jesus incluiu os Apóstolos na sua própria oferenda e pediu-lhes que a perpetuassem. Desse modo, instituiu os Apóstolos como sacerdotes da Nova Aliança : «Eu consagro-me por eles, para que também eles sejam consagrados na verdade».(Jo.17/19).
Depois de instituída a Eucaristia na Última Ceia, Jesus confiou-a à Igreja, sua esposa amada, como Memorial da sua Morte e Ressurreição, e penhor da glória futura, (cf. SC 47; CIC 1323).
domingo, 9 de abril de 2017
sábado, 1 de abril de 2017
domingo, 26 de março de 2017
sábado, 25 de março de 2017
Hoje 25/03/17 é dia da Anunciação do Senhor
Contemplamos o mistério do Deus Todo-Poderoso, que cria todas as coisas com sua Palavra
Neste dia, a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus. O tema central desta grande festa é o Verbo Divino que assume nossa natureza humana, sujeitando-se ao tempo e espaço.
Hoje é o dia em que a eternidade entra no tempo ou, como afirmou o Papa São Leão Magno: “A humildade foi assumida pela majestade; a fraqueza, pela força; a mortalidade, pela eternidade.”
Com alegria contemplamos o mistério do Deus Todo-Poderoso, que na origem do mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém, desta vez escolhe depender da Palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor:
“No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.’ Não temas , Maria, conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Maria perguntou ao anjo: ‘Como se fará isso, pois não conheço homem?’ Respondeu-lhe o anjo:’ O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: ‘Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tu palavra’” (cf. Lc 1,26-38).
Sendo assim, hoje é o dia de proclamarmos: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14a). E fazermos memória do início oficial da Redenção de TODOS, devido à plenitude dos tempos. É o momento histórico, em que o SIM do Filho ao Pai precedeu o da Mãe: “Então eu disse: Eis que venho (porque é de mim que está escrito no rolo do livro), venho, ó Deus, para fazer a tua vontade” (Hb 10,7). Mas não suprimiu o necessário SIM humano da Virgem Santíssima.
Cumprindo desta maneira a profecia de Isaías: “Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamará Deus Conosco” (Is 7,14). Por isso rezemos com toda a Igreja:
"Ó Deus, quisestes que vosso Verbo se fizesse homem no seio da Virgem Maria; dai-nos participar da divindade do nosso Redentor, que proclamamos verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por nosso Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo”.
Fonte: http://santo.cancaonova.com/
domingo, 19 de março de 2017
Hoje é dia de São José, protetor da Sagrada Família
Celebra-se hoje, 19 de março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja, espalhada pelo mundo todo, recorda solenemente a santidade de vida do seu patrono.
Esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protetor da Sagrada Família, São José foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja de Cristo.
Seu nome, em hebraico, significa “Deus cumula de bens”.
No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adotivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo.
“Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa” (Mt 1,24).
O Verbo Divino quis viver em família. Hoje, deparamos com o testemunho de José, “Deus cumula de bens”; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria.
Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o patrono. E é grande intercessor de todos nós.
Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor.
São José, rogai por nós!
Fonte: http://santo.cancaonova.com/
sexta-feira, 17 de março de 2017
Vamos nos preparar para esta quaresma? Vamos praticar a confissão
1. O QUE É A CONFISSÃO?
R: Confissão ou Penitência é o Sacramento instituído por
Nosso Senhor Jesus Cristo, para que os cristãos possam ser perdoados de seus
pecados e receberem a graça santificante. Também é chamado de sacramento da
Reconciliação. Quem vive do amor misericordioso de Deus, está pronto a
responder ao apelo do Senhor: “Vai
primeiro reconciliar-te com teu irmão” (Mt 5,24). É no sacramento
do perdão que Deus reconhece nossas falhas, nossa limitação, mas reconhece
também nossa boa vontade. Jesus disse: “Eu
detesto o pecado, mas amo o pecador“.
2. QUEM INSTITUIU O
SACRAMENTO DA CONFISSÃO OU PENITÊNCIA?
R: O sacramento da Penitência foi instituído por Nosso
Senhor Jesus Cristo, segundo nos ensina o Evangelho de São João: “Depois dessas
palavras (Jesus) soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.
Àqueles a quem vocês perdoarem os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a
quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22-23).
3. A CONFISSÃO É
OBRIGATÓRIA?
R: O católico deve confessar-se no mínimo uma vez por ano,
ao menos a fim de se preparar para a Páscoa. Mas somos também instruídos a nos
confessarmos toda vez que cometemos um pecado mortal (grave).
4. QUAIS OS FRUTOS DE
SE CONFESSAR CONSTANTEMENTE?
R: Toda confissão apaga completamente nossos pecados, até
mesmo aqueles que tenhamos esquecido. E nos dá a graça santificante,
tornando-nos naquele instante uma pessoa santa. Tranquilidade de consciência,
consolo espiritual. Aumenta nossos méritos diante do Criador. Diminui a
influência do demônio em nossa vida. Faz criar gosto pelas coisas do alto.
Exercita-nos na humildade e nos faz crescer em todas as virtudes.
5. COMO DEVE SER A
CONFISSÃO?
R: Diga o tempo transcorrido desde a última confissão. Acuse
(diga) seus pecados com clareza. Fale resumidamente, mas sem omitir o
necessário. Devemos confessar os nossos pecados e não os dos outros. Porém, se
participamos ou facilitamos de alguma forma o pecado alheio, também cometemos
um pecado e devemos confessá-lo (por exemplo, se aconselhamos ou facilitamos
alguém a praticar uma mentira, somos tão culpados como quem mentiu).
6. REQUISITOS PARA FAZER UMA BOA CONFISSÃO:
·
Exame de
Consciência: Rezar e pensar nos pecados
cometidos.
·
Contrição ou
arrependimento: Tristeza dos nossos erros
e de nossa falta de amor a Deus.
·
Propósito: Evitar o pecado e servir a Deus com
mais amor.
·
Confissão: Acusação clara ao sacerdote e objetiva
dos pecados ou falhas cometidas.
·
Oração do ato de contrição: oração que dizemos ao padre durante a confissão,
demostrando o nosso arrependimento e propósito de não mais pecar.
·
Penitência: Nos é dada pelo sacerdote para
demonstrarmos nosso arrependimento e a firmeza de nosso propósito de não mais
pecar e de reparar as falhas cometidas.
7. O QUE É O EXAME DE CONCIÊNCIA?
R:É uma revisão dos
nossos pensamentos, palavras e ações que temos consciência que não agradaram a
Deus e ou machucara/ magoaram a nós mesmos e ao nosso próximo (esses são
pecados). Começamos o exame de consciência indo para um lugar tranquilo e
silencioso. Rezamos ao Espírito Santo pedindo a Ele que nos revele os nossos
pecados. Revisamos as nossas lembranças à procura dos pecados que comentemos. Se
preferirmos podemos anotar em um papelzinho e leva-lo no dia da confissão. Em
seguida pedimos perdão a Deus pelos pecados cometidos. Pedimos ao Senhor a
graça do arrependimento.
8. ATO DE CONTRIÇÃO:
Meus Jesus, meu bom Jesus,
que por mim morreste na Cruz,
perdoa os meus pecados.
Já não quero mais pecar.
Amém.domingo, 12 de março de 2017
quarta-feira, 1 de março de 2017
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017
A Campanha da Fraternidade (CF) 2017 tem como tema ‘Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida’ e o lema ‘Cultivar e guardar a criação’ (Gn 2.15). Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a campanha terá início em todo o país no dia 1º de março. Ampliando e motivando uma tomada de conscientização sobre as ações direcionadas ao meio ambiente, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) traz a reflexão sobre os biomas brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) na Campanha da Fraternidade desse ano.
Campanha de 2017, sublinha a urgência do despertar de cada pessoa, para uma consciência ambiental e uma conversão pessoal e comunitária.
Campanha de 2017, sublinha a urgência do despertar de cada pessoa, para uma consciência ambiental e uma conversão pessoal e comunitária.
“O grande desafio da Campanha da Fraternidade 2017, como em todos os anos, é a formação da consciência de modo que as pessoas contemplem o meio ambiente de uma forma mais cristã”, enfatiza o assessor da Campanha da Fraternidade da sub-região pastoral de Aparecida (SP), padre Leandro Alves de Souza.
O sacerdote cita o livro de Génesis que fala da criação do mundo, dando o exemplo do limite colocado por Deus ao proibir o homem de comer o fruto da árvore, explicando que "o ser humano não é capaz de perceber se as suas ações são boas ou ruins, precisando de fato da luz de Deus".
QUAL O SENTIDO DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS?
A
Quarta-feira de Cinzas foi instituída há muito tempo na Igreja; marca o início
da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa. Para os antigos judeus
se sentar sobre as cinzas já significava arrependimento dos pecados e volta
para Deus. As Cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem
lembrar que vamos morrer; que somos pó e que ao pó da terra voltaremos (cf. Gn
3, 19) para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa para não
mais perecer.
QUAL É O SENTIDO?
A
intenção deste sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando
o início da Quaresma; e fazer-nos lembrar que não podemos nos apegar a esta
vida achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão
perigosa. A morada definitiva é o céu.
A
maioria das pessoas, mesmo os cristãos, passa a vida lutando para “construir o
céu na terra”. É um grande engano. Jamais construiremos o céu na terra; jamais
a felicidade será perfeita no vale em que o pecado transformou num vale de
lágrimas. Devemos, sim, lutar para deixar a vida na terra cada vez melhor, mas
sem a ilusão de que ficaremos sempre aqui.
Deus
dispôs tudo de modo que nada fosse sem fim aqui nesta vida. Qual seria o
desígnio do Senhor nisso? A cada dia de nossa vida temos de renovar uma série
de procedimentos: dormir, tomar banho, alimentar-nos, etc… Tudo é precário,
nada é duradouro, tudo deve ser repetido todos os dias. A própria manutenção da
vida depende do bater interminável do coração e do respirar contínuo dos
pulmões. Todo o organismo repete, sem cessar, suas operações para a vida se
manter. Tudo é transitório… nada eterno. Toda criança se tornará um dia adulta
e, depois, idosa. Toda flor que se abre logo estará murcha; todo dia que nasce
logo se esvai… e assim tudo passa, tudo é transitório.
O QUE É A QUARESMA?
A quaresma é o tempo litúrgico de conversão,
que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. É tempo
para nos arrepender de nossos pecados e de mudar algo de nós para sermos
melhores e poder viver mais próximos de Cristo.
A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de
Ramos, anterior ao Domingo de Páscoa.
Ao longo
deste tempo, sobretudo na liturgia do domingo, fazemos um esforço para
recuperar o ritmo e estilo de verdadeiros fiéis que devemos viver como filhos
de Deus.
A cor
litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência. É um tempo de
reflexão, de penitência, de conversão espiritual; tempo e preparação para o
mistério pascal.
Na Quaresma,
Cristo nos convida a mudar de vida. A Igreja nos convida a viver a Quaresma
como um caminho a Jesus Cristo, escutando a Palavra de Deus, orando,
compartilhando com o próximo e praticando boas obras. Nos convida a viver uma
série de atitudes cristãs que nos ajudam a parecer mais com Jesus Cristo, já
que por ação do pecado, nos afastamos mais de Deus.
Por isso, a
Quaresma é o tempo do perdão e da reconciliação fraterna. Cada dia, durante a
vida, devemos retirar de nossos corações o ódio, o rancor, a inveja, os zelos
que se opõem a nosso amor a Deus e aos irmãos. Na Quaresma, aprendemos a
conhecer e apreciar a Cruz de Jesus. Com isto aprendemos também a tomar nossa
cruz com alegria para alcançar a glória da ressurreição.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
Hoje é dia de Nossa Senhora de Lourdes
A Virgem Maria se apresentou como a Imaculada Conceição, confirmando assim o dogma decretado anos antes.
Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.
“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.
Maria, a intercessora, modelo da Igreja, imaculada, concebida sem pecado, e, em virtude dos méritos de Cristo Jesus, Nossa Senhora, nessa aparição, pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão para os pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles com oração, conversão, penitência.
Isso aconteceu após 4 anos da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição. Deus quis e Sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Que chancela do céu essa aparição da Virgem Maria em Lourdes. E os sinais, os milagres que aconteceram e continuam a acontecer naquele local.
Lá, onde as multidões afluem, o clero e vários Papas lá estiveram. Agora, temos a graça de ter o Papa Francisco para nos alertar sobre este chamado.
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
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